Gostaria de ter uma sala em os alunos viessem interessados, motivados e curiosos para estudar, onde o professor chegasse para tirar dúvidas dos alunos e até aprender com eles algumas técnicas e/ou possa fazer juntos cálculos e projetos.
Imagina chegar em todas as salas e os alunos interessados em discutir sobre os assuntos da sua aula? Seria um sonho não é mesmo? Pois bem, já sabemos que a educação é um caminho de mão dupla, que professor ensina mas também aprende, e porque ainda não valorizamos os conhecimentos dos alunos? Valorizar a sua maneira de ver as coisas é uma técnica que pode dar certo.
Já existe uma nova didática que está sendo implantada em outros países, testada em Havard,Duke e Stanford, e utilizada por Singapura, Holanda e Canadá, que esta mostrando ser muito eficiente no processo de ensino-aprendizagem.
O modelo se chama sala de aula invertida ( tradução de Flipped Classroom) onde os alunos levam os conteúdos básicos da aula, através de textos, vídeos, jogos, e quando vai a aula o professor tira dúvidas, aprofunda o conhecimento, faz um estudo sobre os casos, tornando um mediador no conhecimento do aluno e não sendo o único conhecedor sobre o tema. Essa forma está criando alunos mais críticos, mais leitores e tendo uma maior interação com as tecnologias.
Aqui no Brasil, poderíamos aperfeiçoar o método para nossa realidade, utilizando coisas que temos em mãos para chegarmos a resultados mais expressivos e assim mudarmos o futuro de nosso país e de nossas crianças.
Deixo o link da reportagem mais detalhada sobre salas invertidas de Andrea Ramal do G1 do site da globo. Não deixem de ver. Grande abraço.

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